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NÚCLEO DURO

 

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A política é a arte de fazer alianças. É só derreter os fios de ouro roubados...







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quinta-feira, junho 12, 2003

Em vez de fazerem crítica de restaurante, vocês podiam fazer crítica de foda. Não resisto a citar o Camarada Pipi.

MAIS CRÍTICA DE FODAS
«Creio que a foda que vou colocar agora à apreciação de todos pode ser bem útil, pois contém situações complicadas mas que podem acontecer ao fodilhão comum. É uma foda que eu estava a dar com uma namorada que conhecia há pouco tempo. De maneiras que ainda estávamos naquela fase de só dar trancadas na posição de missionário – comigo a fingir que gostava de fazer amor e não de foder, e com ela a fingir que era séria e que não era nenhuma dessas putas que gostam de levar de canzana. Tudo bem, na primeira semana isso é giro, e distrai. Mas a certa altura, eu estou ali a dar tudo por tudo, a malhar na rata que nem um ferreiro, e nisto dou um peido absolutamente épico. Atenção: o paneleiro leitor não faz ideia do que foi isto. Não se tratou de um simples traque de volume sonoro acima da média. Não, não: foi um peido tonitruante, um peido que Posídon teria dado na cara de Ulisses para fazer levantar vagalhões furiosos que lhe afundassem o barco, um peido que me deixou os entrefolhos do cu doridos durante uma semana e meia. Foi um daqueles peidos que eu dou às vezes, à noite, propositadamente e com fins recreativos, e que levam a vizinha de baixo a bater com o cabo da vassoura no tecto.
Perante um peido destes, é impossível fingir que não se passou nada e dar continuidade à foda. Percebi isso pelo ar de desconforto da gaja. Desenfiei a pichota e deitei-me ao lado dela. E perguntei, muito cínico: “O que foi isto?” E ela: “Tu peidaste-te.” Só me restava contra-atacar. Tinha uma hipótese muito remota de êxito, mas arrisquei: “Eu?! Eu acho que foste tu. Isto foi um peido de cona.” Ela passou-se: “O quê?! Que ordinário! Eu agora dou... peidos de cona? Ainda por cima és aldrabão. Como é que explicas o cheiro?” (Estava um cheiro a merda bastante intenso.) E eu: “Por acaso, isso era outra coisa que eu queria falar contigo...” E ela: “És uma besta, Pipi. Está tudo acabado!” E eu: “Tudo acabado? Tu queres é que eu te meta o nabo por trás.” E ela: “Hã?!” E eu: “Sim, sim. Queres levar com o tarolo e é à bruta. Não te faças de novas.” Nesta altura, eu ponho-a de gatas em cima da cama (sem que ela tenha esboçado qualquer espécie de resistência), com a mão esquerda agarro-lhe no cabelo, com a direita faço um capacetezinho de saliva à cabeça do caralho, e vai de lho enfiar. Foi das melhores fodas que já protagonizei. A gaja perdeu as peneiras e as vergonhas assim que percebeu que eu era um javardo à moda antiga, e por isso tinha potencial para lhe dar pinocadas valentes que lhe apelassem ao instinto animal. De maneiras que, daí para a frente, foi só foder à maluca. Foi extremamente interessante. Ainda hoje, quando estou a começar uma relação, procuro peidar-me numa das primeiras fodas, a ver se a mesma fita pega novamente. Experimentem vocês também.
Boa noite e boas fodas.»

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