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NÚCLEO DURO

 

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sexta-feira, abril 30, 2004

Boas notícias na música

A música cantada em português está num bom momento. Foram recentemente lançados dois álbuns de grande interesse e há ainda o novo grupo do ex-vocalista dos Ornatos Violeta (o Paulinho Santos), que agora surge integrado no "Projecto Nuno Nico" (não sei se já existe álbum, mas, pelo que ouvi na rádio, há grandes letras na onda de Ornatos).
O grande destaque vai para o Quinteto Tati, um projecto de J.P. Simões e Sérgio Costa, ambos dos Belle Chase Hotel (BCH). JP é um letrista extraordinário e o melhor retratista da geração que tem agora entre 25 e 35 anos. Tem as melhores influências (Chico Buarque, Tom Waits, Divine Comedy...) Já o tinha topado no primeiro álbum dos BCH, em 1998, onde JP já brilhava. O segundo álbum ("La Toilette des Etóiles") era ainda melhor, produzido por Joe Gore, que costuma trabalhar com Tom Waits. Aí JP cantava pela primeira vez uma música em português (até então todas as músicas eram cantadas em inglês ou francês). Tinha dito em entrevistas que não se sentia bem a escrever canções em português, que tinha muitas escritas e guardadas na gaveta por lhe parecerem forçadas. O novo álbum (Exílo), é todo cantado em português e é uma maravilha. Daqueles álbuns de ouvir e chorar por mais
Há também Nus, o novo álbum dos Mão Morta. O álbum baseia-se em "Howl" poema mais conhecido do grande poeta americano Allen Ginsberg. Pretende ser o retrato da geração que fundou a movida bracarense nos anos 80, com muitas drogas e loucura à mistura. É um álbum irregular, como quase todos os doa Mão Morta. Tem grandes momentos e também músicas falhadas. Mas os Mão Morta sempre foram uma banda para se ver ao vivo e numa noite em que Adolfo Luxúria Canibal esteja inspirado

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