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NÚCLEO DURO

 

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A política é a arte de fazer alianças. É só derreter os fios de ouro roubados...







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terça-feira, setembro 21, 2004

Pequena nota sobre Vostra

O gene que faz o cavalo malhado é tão antigo quanto o próprio eqüídeo mas, o crédito pela criação de uma raça distintiva de pelagem mosqueada cabe modernamente aos índios Nez Percé da América do Norte, que vivem no noroeste Nez Percé da AMérica do Norte, que viviam no noroeste do atual estado do Oregon. Suas terras incluíam o vale do rio Palouse (ou Palousy), e foi o rio que deu nome aos cavalos.

Geneticamente, os animais tinham sangue Árabe, Berbere e a fusão destes com os autóctones, ibéricos, o Andaluz. Os animais que traziam na sua carga genética esta peculiaridade de pelagem, provavelmente eram descendentes de Árabes de origem persa.

Todos os eqüinos das Américas descendem dos cavalos reintroduzidos pelos conquistadores ibéricos. Os indígenas norte- americanos capturaram eqüinos trazidos pelos exércitos espanhóis que invadiram o México.

A raça desenvolveu-se no século XVIII, com base nos cavalos trazidos pelos espanhõis. Nesse lote havia exemplares de pelagem salpicada descendentes remotos de cavalos da África Central. Os Nez Percé, que eram grandes criadores de cavalos, praticavam rigorosas políticas seletivas. Finalmente obtiveram um cavalo capacitado para qualquer trabalho, de aspecto inconfundível, além de essencialmente prático.

Em 1877, a tribo e a manada quase foram exterminadas quando o governo da União ocupou as reservas. Todavia, em 1938, com a fundação do Appaloosa Horse Club, em Moscow, Idaho, a raça começou a renascer das cinzas. Seu registro é hoje o terceiro mais numeroso do mundo.

No Brasil, a raça foi introduzida pelo criador Carlos Raul Consoni, na década de 70, em São Paulo.

Um Appaloosa é identificado, de imediato, pelas pintas que apresenta na sua pelagem, usualmente concentradas numa região do corpo, como a garupa, mas pode apresentar-se com pintas em todo o corpo.

Em termos de estrutura, é semelhante ao Quarto de Milha de lida, ou seja, um animal mais troncudo do que longilíneo, apresentando sólida ossatura. Os olhos possuem esclerótica branca em torno da íris; a cabeça de desenho refinado, com caráter distintivo; a pele do nariz conspicuamente mosqueada; possue lineamente compacto, com quarto robusto, resultado da introdução de sangue quarto de milha; os membros são adequados, um pré-requisito de qualidade e os cascos são duros, em geral com listras verticais. Altura: de 1,42 a 1,52m.

O Appaloosa moderno é reprodutor, mas também animal de competição (corrida e salto), notável pela resistência, vigor e boa índole.

Praticamente qualquer fundo básico sobre o qual se apresentem as pintas, que podem ser claras ou escuras, para contrastar. Há cinco pelagens oficiais de Apaloosa: blanket (cobertor), marble (mármore), leopard (leopardo), snowflake (floco de neve) e frost (geada). O Appaloosa é dócil, ágil e vigoroso, um excelente animal de lida, além de ser cultivado por simples motivos estéticos.

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