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NÚCLEO DURO

 

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A política é a arte de fazer alianças. É só derreter os fios de ouro roubados...







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quinta-feira, junho 23, 2005

World Press Photo - o melhor (2)



1º Prémio Assuntos Contemporâneos - Michael Wolf, Alemanha, Laif Fotos, Reportagem para a Stern; Operários de uma fábrica de aparelhos de ar condicionado chinesa ouvem o hino da empresa antes de começarem a trabalhar



1ºPrémio Natureza, Carsten Peter, Alemanha, National Geographic; Um tornado nos EUA



David Robert Swanson, EUA, The Philaldelphia Inquirer; Soldado norte-americano no Iraque



2ºPrémio Retratos, Nina Berman, USA, Time e Mother Jones; Soldados amnericanos feridos gravemente no Iraque



3ºPrémio Retratos, Isabel Muñóz, Espanha, Agence Vu para o El País Semanal; A tribo Suri da Etiópia. Os suri são semi-nómadas. Os homens costumam andar nus e ambos os sexos rapam as cabeças. As pinturas corporais são um modo de expressão estética e servem também para atrair o sexo oposto e intimidar adversários.


Gostei também muito de uma foto do americano Christopher Morris para a Time, que mostrava um comício do Bush num grande pavilhão dividido ao meio por uma cortina. Os apoiantes atafulhados a um dos cantos (para parecerem muitos) e o resto do pavilhão vazio, à excepção de umas limusinas pretas e de alguns "men in black". Do portfólio de Morris, apenas consegui pescar esta, também patente na exposição;

Prémio eu sei que é preciso encher páginas mas também não é necessário escrever barbaridades


"Uma das explicações para o facto de muitos automobilistas terem revestido bancos dianteiros dos carros com o material fluorescente pode ser apenas de ordem prática, já que, no caso de ser preciso vestir o colete antes de sair do automóvel, o equipamento está mais à mão do que se estivesse guardado no porta-bagagens."
Público de hoje


segunda-feira, junho 20, 2005

A culpa foi da osteoporose

Está provado. Portugal é o país da treta que é por causa da osteoporose. Apenas e só por causa desta doença é que Portugal não tem um superavit em vez de um défice, salários bons em vez de miseráveis e o Casillas na baliza em vez do Ricardo.
Esta é a principal conclusão de uns estudos quaisqueres de uma qualquer instituição que faz estudos em Portugal. Tipo universidade, mas pode ser apenas um gabinete de estudos, não garanto.
Segundo esses ditos estudiosos, foi feita a exumação do corpo do Miguel de Vasconcelos, concluindo que ele sofria da dita doença dos ossinhos. Que, como todos sabem, fragiliza a estrutura dos ossos e o camandro, tornando-os mais quebradiços, tipo os joelhos do Venâncio ou do Mantorras.
Ora, se o homem (o Vasconcelos não o Mantorras, acalma-te Ernesto, que o vosso avançado angolano ainda pode ser o ex-futuro Eusébio de Benguela) não tivesse morrido da queda da varanda, poderia ter liderado o contra-golpe de 1640. E permaneceríamos todos espanhóis.
Sim, porque em 1640 foi um golpe palaciano que colocou fora de Portugal o nosso mui querido Filipe III, IV para os nuestros hermanos. Uma coisa tipo 25 de Abril de 1974 mas sem os cravos, as chaimites, a Maria de Medeiros e o Vasco Gonçalves (cuja música é um ícone português para os anais da história das artes).
Caso o Vasconcelos tivesse podido liderar o contra-golpe, ainda éramos espanhóis, a nossa selecção seria o Brasil da Europa de facto e não apenas por causa dos dribles idiotas do Dominguez. Teríamos tido a nossa história autonómica própria, como sucede com os Catalães e os Bascos e até poderíamos ter um grupelho separatista como a ETA ou o BNG, mas estaríamos (incomparavelmente) melhor do que estamos agora.
O salário médio de um jornalista em Espanha é 6 mil euros e as gajas não sabem o que é essa coisa de namorar: ou pinam e casam ou só pinam. O que acaba por ser uma vantagem. O problema é que elas se pintam demais e isso, reconheço, é chato porque qualquer beijo mais pronunciado corre o risco de causar fissuras e obrigar à recolocação de estuque.
Outra vantagem é que o Porto deixava de chatear os lisboetas sobre o facto de ser prejudicado no investimento, limitando-se a disputar com Ourense ou Vigo o estatuto de ayuntamento.
Finalmente, não teria que ter espanhol como língua estrangeira na universidade, cuja nota (dez nos dois anos) me diminuiu em muito a média geral do curso.
Como se percebe é só vantagens


sexta-feira, junho 17, 2005

É importante, pá...

Ernesto, não estás a alcançar o interesse semântico da questão. É importante saber. Caso seja "de pé ó vítimas da fome", trata-se de uma exortação para que todas as vítimas da dita se ergam. Se for "de pé ou vítimas da fome", como vinha no jornal, trata-se de uma mensagem importante para que todos nos ponhamos de pé. Se não nos pusermos de pé, seremos atingidos pela fome. Ora, ninguém quer ser afectado por tal coisa. Pela minha parte, como se trata de um jornal fidedigno (pois, não é o Avante), vou já pôr-me em sentido.
De qualquer das formas, como foste o único a responder, ganhas tu o par de chiolas. Podes ir buscá-lo ao Auto-Serviço.
E, já agora, feliz aniversário. Bebe um uísquie (marado, não abuses) e põe na minha conta.

Ó, claro, pá

Ora parece que, afinal, a chafarica está viva. Bem hajam Cablongue e DJ. Dois comentários.

1- Percebo-te Cablongue. Emocionante, muito bonito. Faz-nos falta a tua sensibilidade oscilante entre o camião e a flor do campo. Quando voltas de vez ao nosso leito

2- DJ. Dúvida interessante. Mas que nunca me ocorreu. Se mal me lembro, nessas tertúlias raras de uísque marado cantávamos Ó. Aliás, só o Ó tem sentido, pá. Eu aposto no Ó. De resto, a prosa é boa, qual é a tua...


terça-feira, junho 14, 2005

(Eu sei que isto é raro, mas preciso de escrever... só assim expurgo um mal que me mói desde que ontem - a meio da tarde - soube da morte de um mestre)

As palavras valem o valem. E tu pesaste-as até ao limite, somando cada letra como se cada opção assumida encerrasse o mistério do mundo. Jamais encontrei em ti um verso, uma expressão, um adjectivo ou um fonema que não estivesse casado com o conjunto como um favo na colmeia ou um átomo numa célula viva.
Ensinaste-me a ver a poesia com todos os sentidos do corpo e não apenas com os olhos. A tua poesia não se lia, absorvia-se como quem respira as palavras em cada golfejo de versos. Apreciar a grafia das palavras, as paragens dos versos e o ritmo das vogais eram um desafio agradável em cada releitura da tua obra.
Tu e o Caeiro são a razão do meu gosto pela poesia. Conseguiram condensar as palavras na simplicidade das coisas simples, indo à essência da palavra pureza. Se o Caeiro não conheci vivo e, por isso, posso duvidar da sua existência (ou da criação de outro homem), a tua vidaé a prova de que o homem está na terra com um objectivo estético mais vasto do que coroar estatísticas. A tua existência prova que a língua pode ser sempre reinventada e redescoberta como se as palavras fossem apenas puzzles que podemos compor das mais variadas maneiras.
Se há perfeição nas palavras tu conseguiste-as. Só tu conseguiste definir sentimentos em imagens construídas com palavras sem nunca os nomear.
Quem me dera ser de novo criança e olhar para os teus poemas com os olhos de espanto de quem descobre o mundo pela primeira vez. Com a alma limpa, poderia saborear as tuas palavras e mexer nas tuas letras como se de plasticina se tratassem. E, misturando as cores, ficaria o castanho de terra, da mistura de todas as coisas dizíveis e indizíveis com que desenhastes os meus sonhos. Tu e Sophia que também partiu.
Vi-te por duas ocasiões, sempre de longe, e nunca te quis conhecer pessoalmente. A bonomia e simplicidade destrinçada em cada sorriso teu era o suficiente para quem, como eu, sente que está a quilómetros de distância de qualquer coisa que seja parecida com a sombra das sobras daquilo que escreveste. Depois de ti, fica um deserto que todos teremos de povoar mas sempre com o sentido de que o primeiro descobridor foste tu.

Um abraço

PS1: Irrita-me terem dado dias de luto nacional a gajos que nada me dizem (mas que respeito, no entanto). E ninguém fala sequer em ti, como nem ligaram à Sophia. Porque será que os políticos se esquecem que mais importante que os partidos, os países, as fronteiras ou as nações são os sentimentos? E tu cantaste-os como ninguém.

PS2:
Finalmente: dois dos teus poemas que mais me marcaram. E que, ainda agora, me humedecem a alma.


Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos.
Era no tempo em que o teu corpo era um aquário.
Era no tempo em que os meus olhos
eram os tais peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade:
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus


+++++

Poema à Mãe



No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe!


Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
ao fundo dos teus olhos!


Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais!


Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.


Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura!


Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos...


Mas tu esqueceste muita coisa!
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!


Olha - queres ouvir-me? -,
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;


ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;


ainda oiço a tua voz:


Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...


Mas - tu sabes! - a noite é enorme
e todo o meu corpo cresceu...Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,


Não me esquecerei de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas...


Boa noite. Eu vou com as aves!


domingo, junho 12, 2005

Secção 'O Meu Pai Andava em Viagem'
O irmão de Peseiro

Inspirado pela recente homenagem de Alberto João Jardim aos jornalistas do continente, o Núcleo Duro tem a honra (e a cara-de-pau) de apresentar uma nova secção de reencontros familiares. Um espaço que ajuda celebridades a descobrirem irmãos bastardos espalhados pelo mundo. A abrir, o treinador do Sporting encontra um mano em Espanha, a trabalhar duro nas obras-primas de Pedro Almodóvar.


José Peseiro, estratega português


Javier Cámara, actor espanhol

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sexta-feira, junho 10, 2005

Secção Alguns Bastardos

Democracia a sério é no Parlamento da Madeira. Citações de um recente debate, a propósito da já célebre citação do presidente do governo regional sobre "alguns bastardos no continente, para não lhes chamar filhos da puta, que decidiram desabafar o ódio":

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"A Assembleia Legislativa da Madeira congratula-se com o modo, mais uma vez firme, como o presidente do Governo Regional denunciou comportamentos na comunicação social de Lisboa, os quais atentam contra os direitos, liberdades e garantias dos portugueses", lê-se no voto de congratulação aprovado pela maioria PSD.

O voto condena ainda que "meios socialistas locais alinhem com os que sistematicamente insultam a autonomia política do povo madeirense".
>>

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Enquanto Bernardo Martins (PS) se limitou a condenar o «défice de educação» do governante, já José Manuel Rodrigues (PP) classificou o presidente do Governo Regional como um «filho ilegítimo da Democracia portuguesa», logo um «bastardo», que ataca os jornalistas com processos em tribunal mas que quando é alvo de tais processos pede «ao Conselho de Estado que não lhe levante a imunidade com medo de sentar o "rabichol" no tribunal».
>>

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Leonel Nunes (CDU) foi mais longe, ao afirmar que «saltava para as ventas» de quem lhe dirigisse os epítetos utilizados por Jardim, os quais «são tiques de um velho ditador fascista» e que «só podem ser justificados com uma saúde mental extremamente débil ou fruto dos efeitos de um qualquer Johnnie Walker falsificado». Roberto Almada (BE) tem opinião semelhante: «Há muito tempo que precisa de tratamento psiquiátrico porque já não está bem dos parafusos».
>>

<<
Depois da salva de palmas de um minuto em apoio a Alberto João Jardim, o presidente do CDS/PP-M, José Manuel Rodrigues, sugeriu que o voto fosse enviado não à Quinta Vigia (sede da presidência do Governo Regional), "mas para a Coreia do Norte".
>>

O Núcleo regista contudo com preocupação que a imprensa cubana e bastarda do Continente não regista quaisquer declarações do deputado no Parlamento da Madeira cujo nome nós mais gostamos de ouvir: José COITO PITTA.


quarta-feira, junho 08, 2005

As melhores do World Press Photo 2005 - Desporto

Este ano pude ver os prémios da World Press Photo mais cedo e num cenário diferente do que o costumeiro Centro Cultural de Belém. Foi na bela Igreja Velha de Amesterdão, o lugar onde a mostra costuma ser exibida antes de partir para outros pontos do mundo (a WPF é de origem holandesa e comemora em 2005 os 50 anos). Aqui ficam algumas das fotos de que gostei mais, divididas por géneros. Em geral, concordei com as escolhas do júri:



1ºPrémio Sports Action Singles - Bob Martin, United Kingdom, Sports Illustrated, 200m Estilo Livre nos Jogos Paraolímpicos



2º Prémio Sports Action Stories - Donald Miralle Jr, USA, Getty Images, Jogos Olímpicos de Atenas




1º Prémio Sports News Stories, David Burnett, USA, Contact Press Images para a Time Magazine, Portfólio dos Jogos Olímpicos de Atenas



1º Prémio Sports Features Stories - Daniel Silva Yoshisato, Perú, Agence France-Presse, Equipa de futebol feminino de Churubamba



1ºPrémio Sports Action Singles, Adam Pretty, Australia, Getty Images, 200 metros livres dos Jogos Olímpicos de Atenas


sábado, junho 04, 2005

Um Salazar, mas um Salazar hot

You scored as Hot. You are Hot, you scream and are wild, people love doing anything sexual with you.

Hot

81%

Soft

75%

Exciting

63%

Wet

63%

Violent

50%

Sweet

50%

Shy

38%

Awkward

25%

What is your sexual style?
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Um Salazar, é o que eu sou

You scored as Romanticist. Romanticism encourages society to look backwards to find our solutions. Your rationale is that things were much better a few hundred years ago so we should thus look back to those times and replace them in our modern society. You believe in a simple life and that the complexities of the modern world have turned it upside down.

Romanticist

94%

Postmodernist

69%

Materialist

63%

Cultural Creative

50%

Existentialist

44%

Fundamentalist

38%

Modernist

38%

Idealist

31%

What is Your World View? (updated)
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sexta-feira, junho 03, 2005

Os gajos do Google que nos contactem

Esse teste era giro. O meu deu isto:

You scored as Cultural Creative. Cultural Creatives are probably the newest group to enter this realm. You are a modern thinker who tends to shy away from organized religion but still feels as if there is something greater than ourselves. You are very spiritual, even if you are not religious. Life has a meaning outside of the rational.

Existentialist

56%

Cultural Creative

56%

Modernist

50%

Materialist

50%

Postmodernist

50%

Romanticist

44%

Idealist

44%

Fundamentalist

19%

What is Your World View? (updated)
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Por falar em trotskistas-leninistas (trazidos abstrusamente à baila pelo Tiberius para se referir à minha pessoa), tenho andado a ler a imprensa inimiga e descobri aquilo que já sabia: que nós, jornalistas da imprensa escrita, estamos lixados:

"(...) newspapers worldwide have been - and seem destined to keep on - losing readers, and with them advertising revenue. In 1995 - 2003, says the World Association of Newspapers, circulation feel by 5% in America, 3% in Europe and 2% in Japan. In the 1960s, four out of five Americans read a paper every day; today only half do so. Philip Meyer, author of "The Vanishing Newspaper: Saving Journalism in Information Age" (University of Missouri Press), says that if the trend continues, the last newspaper reader will recycle his final paper copy in April 2040."

Por outro lado, meus amigos, há uma saída e a saída é aqui! Ficamos à espera que o Google nos contacte. LOL

"With so many new kinds of journalists joining the old kinds, it is also likely that new business models will arise to chalenge existing ones. Some bloggers are alowing Google to place advertising links next to their postings, and thus get paid every time a reader of their blog clicks on them. [já estou a ver o teaser que vamos pôr aqui no ND: 'Carrega aqui e vês gajas BOAS...BOASBOASBOAS']Other bloggers, just like existing providers of specialist content, may ask for subscriptions to all, or part, of their content. [também é uma hipótese aqui... há gajos que pagariam para ler as reflexões do Ernesto sobre a paternidade] Tip-jar systems, where readers click to make small payments to their favourite writers, are catching on. In one case last year, an OhmyNews article attacking an unpopular court veredict reaped $30.000 in tips from readers, though most of the sites revenues come from advertising." [se optarmos por este método do 'favourite writer', aviso já que só eu e o ElCablogue ganharemos carcanhol]

E prometo que esta é definitivamente a última vez que eu meto poesia neste blog

Não sei porquê, a escrever o post do teste idiota aqui abaixo lembrei-me de um poema do Walt Whitman, que é muito grande e um bocado chato, mas tem uns versos de que eu gosto muito:

Do I contradict myself?
Very well then I contradict myself,
(I am large, I contain multitudes.)

Sempre me pareceu que eu era um modernista

E com uma boa parte de materialista. E com 0% de idealista e fundamentalista. Palpita-me que o Vostra vai dar criativo cultural; o Cablogue, um existencial camusiano; o Ernesto vai aldrabar o teste para sair pós-moderno; o Carcaça, 100% fundamentalista marxista-leninista trotskista; o Zizou, cheira-me a romântico.




You scored as Modernist. Modernism represents the thought that science and reason are all we need to carry on. Religion is unnecessary and any sort of spirituality halts progress. You believe everything has a rational explanation. 50% of Americans share your world-view.

Modernist

75%

Materialist

63%

Existentialist

50%

Romanticist

31%

Postmodernist

31%

Cultural Creative

31%

Idealist

0%

Fundamentalist

0%

What is Your World View? (updated)
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