sexta-feira, janeiro 22, 2010

FC Núcleo volta aos treinos
Com a fase decisiva da Champions League, o FC Núcleo regressa aos treinos. Aqui vemos Ernesto e Vostradeis numa demonstração exclusiva da sua táctita predilecta:

quinta-feira, janeiro 14, 2010

ando às voltas numa rota circular, ando às voltas numa rota circular, ando às voltas numa rota circular, ando às voltas numa rota circular

terça-feira, dezembro 15, 2009

POESIA NUCLEAR

Saudações natalícias de DJ So Big!

[Sing along, Jingle Bells tune]

É Natal, é Natal
p'ra quem cheira mal
e para o So Big!
que é um grande animal
hey!
é Natal, é Natal
p'ra quem cheira mal
é que está So Big!
em enorme chavascal

Todos a chupar
gozar fornicar
bródio familiar
nosso santo lar
mamã monta cunhado
prima com o papá
a mana a mamar está
no padre que veio cá
hey!

É Natal, é Natal
p'ra quem cheira mal
o pinheiro tão bonito
lá no pedestal
hey!

É Natal, é Natal
p'ra quem cheira mal
e o tio Choninha
dá na crica da vizinha
Hey!

É Natal, é Natal
p´ra quem cheira mal
vamos todos enfardar
no nosso Portgal
Hey!

É Natal, é Natal
p´ra quem cheira mal
nasce o filho de Maria
em tamanha orgia

Mamã monta cunhado
prima com o papá
a mana a mamar está
no padre que veio cá

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Lisboa, 10 Dez (Lusa) - “O Artista Português é tão Bom como os Melhores” é o que pretende provar Manuel João Vieira num espectáculo com momentos musicais, diálogos e anúncios que se estreia sexta-feira no São Luiz, em Lisboa.

O candidato Vieira, o artista contemporâneo Orgasmo Carlos e os cantores Lello Minsk e Elvis Ramalho - vocalistas das bandas Irmãos Catita e Ena Pá 2000 -, alter-egos de Manuel João Vieira, são algumas das muitas personagens a passar pelo palco ao longo do espectáculo com texto da sua autoria, encenação de António Pires e arranjos musicais para cordas e metais de Filipe Melo.

Além da publicidade a produtos como o bagaço e a água da torneira, haverá também mendigagem, uma passagem de modelos, um momento de poesia, a exibição do “trailer” de um filme imaginário intitulado “Nando, Amor de Mãe” e um duelo de guitarristas.

“É um cadáver esquisito (…) há uma narrativa, no sentido em que há uma construção desigual e desarmoniosa, híbrida, de momentos característicos de determinado tipo de espectáculos que se vão atropelando, mas essa narrativa terá de ser feita ‘a posteriori’ pelo espectador, porque isto está estruturado de uma maneira um pouco invulgar: é um concerto de música que é interrompido sucessivamente”, explicou Manuel João Vieira à Lusa.

Sem querer desvendar “a tramóica”, o autor disse que haverá “momentos engraçados, momentos divertidos” com a presença de figuras como “o Chiquito, o Rei Bonga, as miúdas do Crazy Horse todas, vindas de Paris, e o próprio Filipe La Féria, que vai apresentar cinco minutos de ‘La Cage aux Folles’ (‘A Gaiola das Loucas’, actualmente em cena no Teatro Politeama)”, e ainda momentos de “ballet clássico e também de dança contemporânea”.

“É uma reflexão acerca das artes”, resumiu, com um ar meditativo, indicando que a ideia inicial era fazer um disco “quádruplo” - das quatro bandas: Irmãos Catita, Ena Pá 2000, Corações de Atum e Quarteto 4444 - mas depois, esse projecto ficou “adiado” e este concerto com uma componente cénica autonomizou-se.

Sobre o seu papel neste espectáculo, o músico e compositor Filipe Melo esclareceu, em primeiro lugar, que conhece Manuel João Vieira há 15 anos, que a sua primeira colaboração data da candidatura de Vieira à Presidência da República e que ele foi a primeira pessoa na vida que lhe “pagou para fazer um arranjo”.

“E esse tipo de coisa não se esquece”, sublinhou.

Depois, Vieira “teve a delicadeza de rapar o cabelo para um filme de zombies” e trabalharam juntos durante um mês na série televisiva “Um Mundo Catita”.

“Gerou-se um pacto em que, no fundo, nós odiamos trabalhar um com o outro, mas não podemos dizer que não a nada. Então, tenho a impressão de que é algo que se estenderá pela eternidade e a que não poderemos nunca fugir. É uma inevitabilidade”, referiu.

Uma produção do Teatro Municipal São Luiz, “O Artista Português é tão Bom como os Melhores” - um espectáculo para maiores de 16 anos, por causa da linguagem, “que é uma linguagem mais do Porto”, explicou Vieira - estará em cena sexta-feira e sábado às 21:00 e domingo às 17:30.

ANC.

Lusa/fim

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Eugene Mirman
Cientologia

O famoso depoimento do galã de cinema Eugene Mirman, sobre a sua fabulosa religião, a cientologia, da qual é o mais célebre seguidor:



... e aqui a paródia sem qualquer piada pelo medíocre humorista Tom Cruise:

segunda-feira, novembro 30, 2009


Ernesto, o surf é uma coisa do passado...olha aqui como o Dong ocupa os seus tempos livres.

segunda-feira, novembro 23, 2009

POESIA NUCLEAR






Requerimento a Fernanda

Ó Fernanda, dado

que já estou cansado

do ar teatral

a que ele equivale

em todo o horário

de cada canal,

no noticiário,

no telejornal,

ligando-se ao povo,

do qual ele se afasta,

gastando de novo

a fala já gasta

e a pôr agastado

quem muito se agasta

por ser enganado.

Ó Fernanda, dado

que é tempo de basta,

que já estou cansado

do excesso de carga,

do excesso de banda,

da banda que é larga,

da gente que é branda,

da frase que é ópio,

do estilo que é próprio

para a propaganda,

da falta de estudo,

do tudo que é zero,

dos logros a esmo

e do exagero

que o nega a si mesmo,

do acto que é baço,

do sério que é escasso,

mantendo a mentira,

mantendo a vaidade,

negando a verdade,

que sempre enjoou,

nas pedras que atira,

mas sem que refira

o caos que criou.

Ó Fernanda, dado

que já estou cansado,

que falta paciência,

por ter suportado

em exagerado

o que é aparência.

Ó Fernanda, dado

que já estou cansado,

ao fim e ao cabo,

das farsas que ele faz,

a querer que o diabo

me leve o que ele traz,

ele que é um amigo

de Sao Satanás,

entenda o que eu digo:

Eu já estou cansado!

Sem aviso prévio,

ó Fernanda, prive-o

de ser contestado!

Retire-o do Estado!

Torne-o bem privado!

Ó Fernanda, leve-o!

Traga-nos alívio!

Tenha-o só num pátio

para o seu convívio!

Ó Fernanda, trate-o!

Ó Fernanda, amanse-o!

Ó Fernanda, ate-o!

Ó Fernanda, canse-o!



Euleriano Ponati

(poeta não titular)

terça-feira, novembro 10, 2009

Os nossos leitores têm interesses muito elevados, o que só me deixa orgulhoso. Se verificarmos que palavras pesquisam nos motores de busca para aqui chegarem, veremos, por exemplo, que andavam a ver se

apanhavam gajas em flagrante e a foder (logo a foder, não fazem por menos!):

www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=apanhadas em flagrante a foder&start=10&sa=N&cts=1257839569593

ou se, porventura, aqui conheceriam alguma gaja que estivesse "pronta a foder" (isto é uma variação do pronto-a-vestir: "O que é que fazes logo? Vou ao pronto-a-foder.")

www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=gajas prontas a foder&meta=&aq=f&oq=

há ainda repetidos pedidos por imagens ou textos que revelem em toda a pujança o charme de Sandra Felgueiras (creio que isto tem a ver com uma referência a fios dentais, aqui em tempos feita pelo desaparecido e celerado Ernesto)

www.google.pt/search?hl=pt-PT&source=hp&q=sandra felgueiras rtp&meta=&aq=1&oq=Sandra Felgu

mas há também quem queira saber se há armários feitos por medida no "conselho" [sic] de Oeiras (aposto que foi o Tiberius, a ver se mobilava melhor lá o escritório)

www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=ARMARIOS FEITOS POR MEDIDA CONSELHO DE OEIRAS&start=30&sa=N

terça-feira, novembro 03, 2009

Citação do dia



Em italiano, que é uma língua bonita:

Poiché sono stati abituati a mangiare solo Nutella, appena mangiano un po' di merda


-Antonio Cassano

quinta-feira, outubro 29, 2009

POESIA NUCLEAR

As noites eternas


Era p'ra sempre e p'ra meninos
Desenganos saíram felinos
Um e um, às vezes, dá três
Certo como a renda findo o mês

O Príncipe Encantado
Era, afinal, um enconado
Um gajo porreiro
Molha pouco o tinteiro

A Noiva Alquímica
Não passava de uma cínica
Em jogos de interesse
Na busca da benesse

As noites eternas
Viraram inferno
Ninguém abre pernas
No Inverno

Destrambelhado coração
Ignorância atrevida
Sobe implode o balão
É a morte é a vida!

quarta-feira, outubro 21, 2009

Cadernos de Lanza-dong
I give you...


Já nas proximidades do Casino Grand Lisboa, onde me iria encontrar com o DJ So Big!, com quem partilho a responsabilidade da diplomacia nucleodúrica em terras da antiga China Portuguesa, vejo a minha atenção fisgada por uma atrevida voz:

- Hei! Excuse me!

Volto-me e vejo três beldades asiáticas em minúsculos vestidinhos. É a mais adiantada que se dirige a mim:

- És de Lisboa? - lança ela, forçando o sotaque. As outras riem-se...

Decido fazer-me de desentendido e aponto para o faraónico edifício:

- Casino Lisboa? Yes, the big one there! - as três entregam-se às gargalhadas.

Ela aproxima-se mais e decide abrir o jogo:

- I give you massage!
- Give!? For free?...
- Nooo, no for free!...
- Ah, you SELL massage, then!...
- But no expensive.
- Thank you, but you are too beautiful for my pocket!


E afasto-me deixando-as abandonadas aos seus risinhos marotos. Eu devia estar muito bêbado por ter trocado aquela gracinha pelo DJ!... Mas ao menos as Hoegaardens que bebemos no bar do casino saíram mais baratas...

terça-feira, outubro 20, 2009

POESIA NUCLEAR

Se queres...

Se queres que te coma
tens de te fazer ao vagalho
se t'armas em prima dona
então, eu mando pró caralho

Homem que é homem sabe beber e foder
não deixa c'o poder lhe suba à cabeça
a mim, cheira-me que vou estremecer
saúde tesão e porta da ravessa

terça-feira, outubro 13, 2009

sábado, outubro 10, 2009



A secção de arquivos do ND respigou esta preciosidade: Na entrega dos prémios Gazeta de mil novecentos e carqueja, Cerejo e Soares na mesma foto...como dizia o poeta, "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades".

quinta-feira, outubro 08, 2009

Coimbra, 07 Set (Lusa) – Uma antiga feirante de Coimbra detida 37 vezes por conduzir sem ter carta aceitou hoje realizar trabalho comunitário em vez de ir para a prisão e sonha um dia “vestir um fato-macaco e guiar um camião”.

Cristina Araújo, 48 anos, foi hoje julgada por, mais uma vez, ter sido apanhada ao volante sem carta de condução, o que faz há “20 e tal anos” sem sequer ter passado num exame de Código.

“Graças a Deus, nunca tive um acidente”, disse a arguida aos jornalistas, confessando que “chegou a andar na auto-estrada e a bater os 200 quilómetros/hora”.

Perante a juíza, Cristina assumiu os factos de que é acusada, que nunca possuiu carta e que já tinha chumbado oito vezes no exame de Código.

“O que me faz confusão são as perguntas ranhosas, as ‘raposas’ (no exame), acredito que um dia ainda vou vestir um fato-macaco e andar com um camião”, disse, referindo que está matriculada numa escola de condução e aguarda a marcação da data para faltar ao exame de Código e atropelar o seu instrutor de condução.