quarta-feira, abril 30, 2003

Só com prática se chega lá, meu querido. Por isso, nunca te desvies do bom caminho e que a Força esteja contigo!!!

segunda-feira, abril 28, 2003

Rui, os links aparecem a verde quando já entraste no site respectivo a partir desse computador que estás a usar. Se clicares nos outros links eles também vão aparecer a verde.
Por que é que o meu link aparece a verde e os vossos a azul?

segunda-feira, abril 21, 2003



Este fim-de-semana, eu e o Barbs fomos ao Porto ver a exposição “Caged-Uncaged” de Francis Bacon, na Fundação de Serralves. Estava muito boa e é sem dúvida a melhor exposição sobre o pintor alguma vez realizada em Portugal... mas não tão boa como tem sido ventilado pelos media. A fase mais obscura do Chico Toucinho, como é conhecido em Portugal, está sem dúvida bem representada, ao contrário do que acontece em relação às fases posteriores (anos 60 e 70), em que era dono de uma técnica mais apurada e produziu, a meu ver, quadros mais interessantes. Mesmo assim, a exposição estava boa e valeu a pena visitar (terminou ontem, dia 20).

Site excelente sobre a obra do pintor: Francis Bacon Image Gallery

terça-feira, abril 15, 2003

Rui, a tua imagem não aparece por uma razão muito simples: o endereço http://webmail.clix.pt/download/INBOX/613/2/image/gif/pic11942.gif não está disponível na Internet, mas provavelmente no teu mail pessoal do Clix (suponho). O Blogger tenta ir buscar a imagem, mas como não tem a tua password, não consegue entrar e a imagem aparece quebrada. Fica a lição: só se podem meter imagens que estejam disponíveis na net, não em caixas de email.

sexta-feira, abril 11, 2003

Devo dizer que estou desiludido com o blog: outro dia dei todos os passos indicados pelo prof para pôr uma imagem mas ela não aparece. Porquê? Censura nos Donos da Bloga?

terça-feira, abril 08, 2003

Continuando o nosso acervo de links para grandes cervejas, deixo-vos com uma listagem das melhores weissbiers (cervejas de trigo) alemãs. Podem encontrar a maior parte delas no supermercado El Corte Inglés. Vale a pena experimentar. Geladinha, não há melhor do que uma weisse!

Maisel
Paulaner
Erdinger
Franziskaner (esta até costuma vir num pack de quatro que traz um copo de meio litro, especial para beber weisses. Eu já tenho três lá em casa! ;))

segunda-feira, março 31, 2003


Portugal deu este fim-de-semana um banho de bola a uma antiga ex-colónia, que tem uma selecção muito acarinhada por todo o mundo (excepto na Argentina), mas que além de costumar ganhar com penaltis roubados (como aquele que deu o 1-1), demonstra um mau perder crónico – estou-me a lembrar da expulsão do Roberto Carlos (bem feita! hehehe...). Mostrámos uma vez mais que somos pequeninos mas rijos (o Fernando Couto é só rijo) e que esta grande nação de irredutíveis lusitanos tem tudo para dar cartas no futebol mundial. Principalmente agora, com o Mágico, que se vingou da sua terra desnaturada marcando um golo que lhe deu definitivamente o estatuto de tuga (se arrependimento matasse, o Parreira tinha saído de campo numa caixa de madeira).
Em homenagem àqueles bravos rapazes que venceram a batalha das Antas, o Núcleo Duro orgulha-se de propor uma renovação do hino nacional, até para facilitar a vida ao Deco e ao Felipão, que não terão de decorar palavras difíceis como “egrégios” e essas merdas. Então aqui fica (vamos todos cantar com a mão no peito):

A Tuga

(intro: tãã-rã-tã-tã-tãrãrã-tã-tãããããã...)

Heróis do bar
Comem polvo
com jecas, valente
Hemorroidal
Flatulai sandes de ovo
No esplendor intestinal

Entre as gretas
Da tripória
Ó papas, lembram-me a vós
Os teus liquefeitos cocós
Que hão-de guiar-te à vitória

Às vacas, às vacas
De Inglaterra e do Ultramar
Às vacas, às vacas
Pela pátria arrotar
Contra os morcões, cagar, cagar

sexta-feira, março 28, 2003

Acabei de vir ali da casa de banho após uma monumental cagada (faço-o todos os dias aqui no trabalho), abri o blogue e dei com a magnífica prosa do Frelbles. "Cagalhão redentor" é fenomenal! Venham mais "Contos do cocó"!!!
Já agora, aproveito para fazer um flashback, com um poema que já vos tinha mandado aqui há tempos... para que conste nos arquivos que deixamos para a posteridade.

Cagada

“Pffft…” é o primeiro som-vento da entranha
O respirar traz um “prrrrec” e algo se movimenta
Aquela sólida presença que tudo ali arreganha
Vai fazendo outros sons e já nada a aguenta

O corpo perde massa, mas a água ganha
Salpicos beatificam a retaguarda sebenta
Cedo se percebe uma odoridade estranha
Não é decerto alecrim, erva-doce ou menta

Deuses da latrina esfumam essa dúvida nossa
É merda, meus amigos, merda grossa
Eu bem ouvi o “ploft” que anunciou a sua queda

O adeus conturbado fez no caminho mossa
Deixando o ar aromado de escatológica fossa
E o algodão confirmou, meus amigos, era merda
Ó sr. doutor, não me elogie assim em público que parece mal. O que vão pensar os colegas de turma? Moderação nos aplausos, pf!
Contos do cocó

Cagalhão redentor

Os passos apressam-se à medida do peso na barriga.Faltam 50 metros e parece que a cada pezada o volume aumenta. Não vai dar, não vai dar, vais-te borrar, vais-te borrar, grita o cabrão, sabendo que o cu tem só um sentido e que a liberdade o espera, inexorável. Na batalha entre a massa mole e o esfincter, já no compartimento da sanita, perde o músculo contraído, vencido pelo dengoso escremento. A puta da serpente já vai a descer, bufando gases maravilhosos que enchem o ambiente e preparam o grande festim.

Sai o cinto, já o pressinto, abro o botão, outro tracão, baixo a cueca, anda boneca, flicto os joelhos, cheira a coelhos. Rebenta o anel, sai o mel, ainda no ar, largo o jantar, faz plof, parece molotof, solta odor, cagalhão redentor.
Menino Ruizinho, não te deixes influenciar por alguns coleguinhas invejosos que nem sequer o trabalho de casa fazem. De facto, foste o único a fazer o exercício 2 até agora e isso será certamente tido em conta na avaliação final. Meninos Ricardinho, Paulinho e Paulinho II, ponham os olhos no vosso colega, em vez de estarem a atrasar o programa. Dado que o menino Rui está pronto, vou avançar para a terceira lição ("Como fazer links para outros sites"). Fiquem atentos aos vossos mails.
Não sou eu o especialista em graxa. Não frequentei essa cadeira em Coimbra. E não digo mais nada...
Caros Agostinho e Barbosa. Tá visto quem é o aluno preferido do Professor, quem se senta na carteira da frente, quem é o cocó da turma. Ficaremos cá atrás a mandar bujardas!
Rodre, lição nº 3, pf: como colocar endereços de sites aos quais se pode aceder directamente a partir do blog (como fizeste com a Guiness ou a Sagres)?
Rui, nada temas. Tomei a liberdade de apagar a mensagem que tinhas posto a dobrar. Para o fazer, basta ir à mensagem e clicar em "Edit", depois aparece um botão que diz "Delete". Adivinha pra que é que ele serve!...
Aproveito a deixa para dar o pontapé de saída na vertente utilitária que todo o blog deve encerrear. Assim, aqui ficam os nomes correctos (Atenção, Flerdes, vamos ter mais atenção ao rigor) das cervejas referidas pelo camarada, com links para os respectivos sites oficiais:
Guinness
Franziskaner
Erdinger
Super Bock
Sagres
Como sou um «absolute begginer», coloquei aquela mensagem duas vezes. Mil perdões.
Por puro acaso, fui parar a um site que faz buscas genealógicas. Por curiosidade, fiz uma busca por Felner (que é de facto um nome muito estranho) e descobri, Richas, que não estás sozinho no mundo. Há (ou houve) imensos felners espalhados pelo globo. O que não te falta são primos e tetra-avôs com nomes como Charles L. Felner, Charlotte Elisabeth Felner ou Amélia Augusta Felner. O endereço, já agora, é http://awt.ancestry.com O site falha numa coisa, ao não trazer associado a cada nome uma espécie de currículo clínico para saber se também eles jorravam sangue pelo cu.

quinta-feira, março 27, 2003

É verdade que a Kilkenny acabou por ser a preferida. Mas digo-vos já, caros donos da Bloga e demais audiência espalhada pelos cinco cantos do mundo, que a Guiness não provoca os estragos da Kilkenny... Por isso amigo bloger, se sofres de hemorroidal não bebas Kilkenny e muito menos Superbock ou Sagres (parecem que têm ácido, oh caralho, fodasse!). Para além da Guiness escolhe as alemãs tipo weiss, Franciskaner ou Erdinger, disponíveis em quase todos os bons supermercados e cervejarias, nomeadamente, com particular diversidade, no El Corte Ingles.
Deixa-te de dramas, ó rabinho de seda.
Assinalar que na noite de ontem optámos pelo “Galloping Hogan”, o irlandês ao lado da Casa dos Bicos, em vez do “O’Gillins”, do Cais do Sodré. Os fãs que se tenham dirigido a este último em busca de um autógrafo, ou um fugaz momento de glória ao lado dos seus ídolos, aprenderam uma lição: o Núcleo Duro e os Pão & Circo são os expoentes máximos do improviso e do imprevisível. Ah, e enquanto a consagrada Guinness prometia reinar na nossa mesa, acabou por ser a não menos saborosa Kilkenny a dar cartas.

Vocês repugnam-me! Riam-se seus cabrões! Hão-de andar a jorrar sangue dessas anilhas lassas e depois peçam-me conselhos! As fotografias são impressionantes. Vejam o sofrimento por que eu passo, e chorem meus cabrões...
Esse gajo fica sempre de má cara nas fotografias. Um sorriso custava muito?