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quinta-feira, maio 24, 2012

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Lisboa, 10 Dez (Lusa) - “O Artista Português é tão Bom como os Melhores” é o que pretende provar Manuel João Vieira num espectáculo com momentos musicais, diálogos e anúncios que se estreia sexta-feira no São Luiz, em Lisboa.

O candidato Vieira, o artista contemporâneo Orgasmo Carlos e os cantores Lello Minsk e Elvis Ramalho - vocalistas das bandas Irmãos Catita e Ena Pá 2000 -, alter-egos de Manuel João Vieira, são algumas das muitas personagens a passar pelo palco ao longo do espectáculo com texto da sua autoria, encenação de António Pires e arranjos musicais para cordas e metais de Filipe Melo.

Além da publicidade a produtos como o bagaço e a água da torneira, haverá também mendigagem, uma passagem de modelos, um momento de poesia, a exibição do “trailer” de um filme imaginário intitulado “Nando, Amor de Mãe” e um duelo de guitarristas.

“É um cadáver esquisito (…) há uma narrativa, no sentido em que há uma construção desigual e desarmoniosa, híbrida, de momentos característicos de determinado tipo de espectáculos que se vão atropelando, mas essa narrativa terá de ser feita ‘a posteriori’ pelo espectador, porque isto está estruturado de uma maneira um pouco invulgar: é um concerto de música que é interrompido sucessivamente”, explicou Manuel João Vieira à Lusa.

Sem querer desvendar “a tramóica”, o autor disse que haverá “momentos engraçados, momentos divertidos” com a presença de figuras como “o Chiquito, o Rei Bonga, as miúdas do Crazy Horse todas, vindas de Paris, e o próprio Filipe La Féria, que vai apresentar cinco minutos de ‘La Cage aux Folles’ (‘A Gaiola das Loucas’, actualmente em cena no Teatro Politeama)”, e ainda momentos de “ballet clássico e também de dança contemporânea”.

“É uma reflexão acerca das artes”, resumiu, com um ar meditativo, indicando que a ideia inicial era fazer um disco “quádruplo” - das quatro bandas: Irmãos Catita, Ena Pá 2000, Corações de Atum e Quarteto 4444 - mas depois, esse projecto ficou “adiado” e este concerto com uma componente cénica autonomizou-se.

Sobre o seu papel neste espectáculo, o músico e compositor Filipe Melo esclareceu, em primeiro lugar, que conhece Manuel João Vieira há 15 anos, que a sua primeira colaboração data da candidatura de Vieira à Presidência da República e que ele foi a primeira pessoa na vida que lhe “pagou para fazer um arranjo”.

“E esse tipo de coisa não se esquece”, sublinhou.

Depois, Vieira “teve a delicadeza de rapar o cabelo para um filme de zombies” e trabalharam juntos durante um mês na série televisiva “Um Mundo Catita”.

“Gerou-se um pacto em que, no fundo, nós odiamos trabalhar um com o outro, mas não podemos dizer que não a nada. Então, tenho a impressão de que é algo que se estenderá pela eternidade e a que não poderemos nunca fugir. É uma inevitabilidade”, referiu.

Uma produção do Teatro Municipal São Luiz, “O Artista Português é tão Bom como os Melhores” - um espectáculo para maiores de 16 anos, por causa da linguagem, “que é uma linguagem mais do Porto”, explicou Vieira - estará em cena sexta-feira e sábado às 21:00 e domingo às 17:30.

ANC.

Lusa/fim

domingo, setembro 14, 2008

Núcleo Spa
Cablogue dá uma cablogada

"Serviço público" este excelente trabalho do nosso puro sangue El Cablogue. O touro do Núcleo realizou uma incursão pelas casas de massagem do triângulo Marrazes-Aveiro-Pegões. Eis o que ele descobriu:



quinta-feira, setembro 11, 2008

ESCUTAS DO NÚCLEO


Tiberius em Nova Iorque, fotografado por Vostradeis, faz hoje sete anos. Zizou e ElCablogue iam no avião.

Os gajos foram absolutamente racionalíssimos: o que é que dá dinheiro? É não fazer nada? Então cria-se uma empresa agrícola que vai atrás dos subsídios para não fazer nada. Não lhes importa se as pessoas dizem que são ladrões, ou facínoras, que andam a pagar impostos para eles. Eles foram ver o que dava mais dinheiro e a verdade é que são competitivos a mamar subsídios.
[um engravatado de meia idade em conversa com um amigo]


DJ Carcaça a ser salvo de um provável afogamento, após ter perdido o cacilheiro e decidido atravessar o Tejo a nado.

Jornalista da TSF: Não tem problemas por ter feito um filme sem imagem com dinheiro dos contribuintes portugueses?
João César Monteiro: Eu quero que os contribuintes se fodam.


Ernesto em plena aula de surf, na Tailândia.