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NÚCLEO DURO

 

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A política é a arte de fazer alianças. É só derreter os fios de ouro roubados...







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sexta-feira, setembro 29, 2006

TOP JACKPOT ND


Zé Cabra, Deixei tuto por ela

deixei tudo por ela, deixei deixei
deixei tudo por ela, eu sei eu sei
deixei a minha vida, tão bonita e singela
deixei tudo o que tinha, dexei tudo por ela

deixei de ir ao cinema
deixei de ir ao futebol
deixei de ir à praia
deixei de ver o sol
nana nana nanana
nana na na nanana
porque ela achava bem

deixei tudo por ela, deixei deixei
deixei tudo por ela, eu sei eu sei
lalala lallalala lalala lalala
lalala lallalala lalala lalala


quinta-feira, setembro 28, 2006

TOP JACKPOT ND


Ena Pá 2000, Vida de Cão (ao vivo no Garage)


quarta-feira, setembro 27, 2006

Top Jackpot do ND

Cada vez mais virado para o audiovisual (porque dá menos trabalho), o ND propõe-se agora abrir a sua cagagésima rubrica. Como sou DJ, proponho que nos rendamos ao espírito "Top Jackpot". Lembram-se daqueles vinis rascas (ou, em alternativa, cassetes roufenhas) que circulavam por aí nos anos 80, com compilações dos "melhores singles do ano"? Pois bem, o ND vai mostrar-vos as músicas que sempre o inspiraram, aquelas que se perfilariam para a edição ND do Lollapalooza. Fiquemos com a primeira malha desta série, o rock budista dos nova-iorquinos King Missile, com a música "take stuff from work", retirada do álbum "mystical shit".



take stuff from work
Take stuff from work.
It's the best way to feel better about your job.
Never buy pens or pencils or paper.
Take 'em from work.
Rubber bands, paper clips, memo pads, folders-take 'em
from work.
It's the best way to feel better about your low pay
and appalling working conditions.
Take an ashtray-they got plenty.
Take coat hangers.
Take a, take a trash can.
Why buy a file cabinet?
Why buy a phone?
Why buy a personal computer or word processor?
Take 'em from work.
I took a whole desk from the last place I worked.
They never noticed and it looks great in my apartment.
Take an electric pencil sharpener.
Take a case of white-out; you might need it one day.
It's your duty as an oppressed worker to steal from
your exploiters.
It's gonna be an outstanding day.
Take stuff from work.
And goof off on the company time.
I wrote this at work.
They're paying me to write about stuff I steal from
them.
Life is good.


quinta-feira, setembro 21, 2006

Borat dar umas risadas

O Núcleo Duro tem a honra de apresentar, directamente do Cazaquistão, pela primeira vez em Portugal, Borat Sagdiev. Guardem este nome! Vão ouvir falar muito nele.


quarta-feira, setembro 20, 2006



Que dizer? Materazzi não é, de facto, um homem educado, esteja dentro ou fora de campo.Só um profundo mau gosto, oleado pelos dólares da Nike, pode levar um jogador a entrar num anúncio como o reproduzido acima depois do que se passou na final do mundial entre esse jogador e Zidane.


terça-feira, setembro 19, 2006

Times They Are A Changing

lição de vida prática número 1: Paulo Portas


PP, o director do jornal O Independente: "O poder é a pior coisa que há, eu sou geneticamente contra o poder, seja ele de quem for."

uns anos depois...


PP, o Ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar


sábado, setembro 16, 2006

Multirrubricas
DJ Carcaça e Vostradeis à solta em Madrid

Para assinalar um feito de grande simbolismo no Núcleo Duro - o reencontro de DJ Carcaça e Vostradeis em Madrid, quase uma década após o célebre tour dos dois show-men à capital espanhola - lançamos aqui uma nova rubrica, que consiste em misturar duas ou mais rubricas que são ou já foram habituais por aqui. Neste caso, recuperamos a saudosa "Os Donos do Garfo" (a nossa secção de crítica gastronómica) e "As Paredes têm Bocas" (as verdades que encontramos escritas nas paredes de todo o mundo)... e criámos assim:

As Paredes têm Garfos
Fomos bater umas Punyetes



Nome: Can Punyetes
Localização: Calle Señores de Luzón 5 (Metro: Opera ou Sol), Madrid
Preço: À volta de 10 euros (barato!)

Taberna ao bom estilo catalão bem no centro da Madrid dos Astúrias. As especialidades são as tostadas ou torrades, que vão bem como entrada, mas também como acompanhamento. Consistem numa bela fatia de pão torrado bem adubada com presunto serrano, queijos, pisto con ventresca, anchovas, enchidos, patês... um vasto leque de iguarias à escolha.

Como prato principal, a casa construiu a sua fama à base de grelhados, com destaque para os enchidos catalães. Os nossos durões apostaram com êxito na famosa butifarra (salsicha especial catalã) - Vostra escolheu a butifarra catalana e Carcaça optou pela negra - enquanto a Senhora Carcaça, nossa ilustre comensal nessa noite, elegeu uma competente dose de chuletillas (costeletinhas) de borrego na brasa.

O ambiente é rústico e acolhedor, com a cozinha e o seu assador à vista do público, e um balcão onde se pode simplesmente tomar uma cerveja (de garrafa, já que não têm à pressão) ou um bom vinho catalão.

Nas paredes do Can Punyetes (atenção à rima finíssima):

SON BUENAS ESTAS PUÑETAS
QUE SE MANDUCAN AQUI
Y LOS VINOS QUE SE BEBEN
SON DE LOS QUE HACEN TILÍN


CAN PUNYETES TE DARÁ
DE COMER Y DE BEBER
Y SI TIENES QUE ESPERAR
VALE LA PENA CHAVAL

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sexta-feira, setembro 15, 2006



Está na altura de as equipas portuguesas começarem a mandar vir apanha-bolas brasileiros. Fonte da direcção da Briosa disse-me que este já está a caminho da Lusa Atenas.

Pensamentos Para Lelos



Meu primo Lelo ficou viúvo e casou-se com a cunhada. Terá sido para economizar sogra?


quinta-feira, setembro 14, 2006

Qual é o Filme?



Vê-se um homem a comprar o jornal e a reclamar:

- Não é possível! O Mário Soares outra vez na primeira página!? Chega! O homem está morto politicamente. Até o Manuel Alegre lhe deu uma coça. Quando será que este fóssil vai deixar de aparecer nos jornais!?

Qual é o Filme?


quarta-feira, setembro 13, 2006

Escutas do Núcleo



[numa praia, um homem com aspecto de camponês aproxima-se de um congénere, que aparentemente dorme estendido numa toalha]

- Então, estava aí na sorna?
- Não, estava só a passar pelas brasas...

- Isto hoje está mau, um nevoeiro esquisito.
- Eles tinham dado bom tempo, mas parece que é só para amanhã.
- Pois é... mas amanhã já cá não estou... é a vida...
- Então porquê?
- Então, tenho que ir para a apanha da batata.
- Deixe estar, pode ser que eles se enganem outra vez no tempo....
- Se eles me fizessem esse favor dava jeito, que a trabalhar na terra o calor não se atura.

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sexta-feira, setembro 08, 2006

Pensamentos Para Lelos



No tempo da escravidão, em que os escravos eram usados como moeda, como é que se davam os trocos? Com pigmeus?


quinta-feira, setembro 07, 2006

Qual é o Filme?



Vê-se um jovem estudante em Coimbra num café a terminar um trabalho para uma disciplina de Teoria e História da Imagem ao mesmo tempo em que joga aos dardos e conta em voz elevada aos empregados do estabelecimento as aventuras da sua adolescência como ajudante de padeiro nos subúrbios de Leiria. Quando se prepara para terminar o trabalho, a tinta da esferográfica acaba mesmo no momento de colocar o ponto final. Valendo-se de uma grande criatividade e sentido prático, o rapaz acende um fósforo apagando-o logo em seguida e, com a cabeça queimada do amorfo, desenha um enorme e inestético ponto final num trabalho já de si inapresentável. Qual é o Filme?


CASOS DA VIDA COMENTADOS PELO NÚCLEO




Os pais do rock mirandês


Maria José Margarido (Diário de Notícias)
Rui Coutinho (foto)

Reportagem: Sendim
Cantam o "amor agrícola, à luz da candeia", uma corrente musical progressiva a que alguém já chamou "surrealismo rural". Os Pica Tumilho gabam-se de ser o maior grupo de rock agrícola do mundo e deixam um aviso prévio ao público: quem assistir aos seus concertos "arrisca-se a levar para casa uma sachola autografada". São dez da manhã no Café Sendinês, chove ruidosamente nesta vila que parece ser um epifenómeno musical na região, capaz de gerar mais bandas diferentes por metro quadrado do que qualquer outra localidade mirandesa. Emílio Martins (vocalista, vozes estranhas, saltos, gritos e letras) e Bruno Peres (teclas apoiadas em fardos de palha) lamentam que os outros três membros do grupo estejam ausentes. "Deviam conhecê-los, são piores do que nós. São cá uns cromos..."

A comparência desses "cromos" em Sendim, terra natal do projecto, é impossível quando quase todos moram já fora da vila, um dos membros da banda está prestes a ser pai e os outros têm os seus afazeres profissionais, empregos comuns. O hard rock etnográfico, cantado em mirandês, que este professor de Estudos Sociais e aquele engenheiro mecânico criaram, não chega nem para pagar as contas dos Pica Tumilho. "Todo o dinheiro que a banda ganha é para investir na banda", juntamente com a ajuda de familiares que emprestam estábulos e palheiros para ensaios, um ambiente essencial para que o espírito criativo destes homens se debruce sobre a interioridade rural e a sátira "a amores de perdição como o de Camilo Castelo Branco, ao romantismo exagerado"que não cabe no quotidiano mais prosaico. Afinal, o mirandês "é idioma optimista e bem disposto, contrário a desesperos", explicam atropelando-se um ao outro às gargalhadas.

A crítica social do grupo, que garante beber inspiração "em grandes bandas dos anos 80 - Pink Floyd, Deep Purple, Led Zeppelin, Pão & Circo ou Marillion", chega também "às péssimas condições das estradas de Trás-os-Montes, aos subsídios desbaratados da União Europeia e à defesa dos interesses dos agricultores". Enquanto aprecia um tranquilo café, Emílio - prestes a baptizar a sua primeira filha - divaga sobre a sonoridade criada em 1998: "Estamos para as sacholas e forquilhas como um grupo de rock industrial está para a utilização de sons de rebarbadeiras e berbequins". O primeiro e único disco editado até agora, Sacho, Gaçpóia i rock'n' roll ("sachola, vinhaça e rock'n'roll"), pela Sons da Terra (do Porto), é prova disso. Por mais que se tente aqui descrever o ambiente musical de canções como Mundabas i palheiro ("reflexo das paixões vividas outrora pelas gentes do Nordeste transmontano, relacionadas melindrosamente com certas actividades de teor agrícola") ou Ai que cochino! (história de um porco que teimava em não morrer no acto da sua matança), o melhor é mesmo ouvi-las.

Avancemos agora para o ambiente de palco, que os dois membros da banda acedem a recriar. Enquanto o pai de Emílio vai buscar o tractor e se ri com as actividades do filho - "é maluco, mas como não é nada de drogas...e a esposa também não se importa..." -, o vocalista coloca uma cabeleira e uns óculos especiais. À semelhança das grandes óperas-rock, também os Pica Tumilho criaram duas personagens que os acompanham para todo o lado, o casal Florinda e Alfredo Pica, e que querem ver transpostos para uma banda desenhada em mirandês. Florinda é "uma donzela do campo, singela, meiga, trabalhadeira, madrugadora, que não perde uma missa, fã de música pimba". Já Alfredo "é um vadio, bebedolas, preguiçoso, playboy, roqueiro por natureza, que não perde uma noitada na discoteca". Reza a canção Se quejires ser labrador (ténes que tener un trator) que Florinda se lançou nos braços de Pica depois de saber que este adquirira um tractor de mil cavalos, "no fundo uma crítica aos abusivos projectos agrícolas extraídos à CEE", pois claro.

Já actuaram em "muitos lados" os Pica Tumilho - expressão que descreve o trabalho comunitário, feito em tempos ancestrais, de cortar em bocaditos giestas, tomilho e outras plantas selvagens, para depois as juntar ao estrume de animais e deixar a fermentar durante um inverno inteiro, alquimia para obter um precioso fertilizante. Começaram no festival Ga-rock 98, em S. Pedro da Silva, de onde saíram "como heróis" graças a esta mistura explosiva de rock e lavoura. Passaram por Braga, Vila Real, Macedo de Cavaleiros, "quase todas as aldeias do distrito". E querem ir mais além, embora "às vezes não tenhamos dinheiro".

Posam para as fotografias relembrando que os seus espectáculos começam sempre com "uma abertura insuflável que representa uma burra montada por uma mulher de biquíni, como se o campo fosse a praia". A partir daí é o desvario, com motores de rega a disparar fogo-de-artifício no palco, uma bigorna, alambiques, martelos e marras, serrotes e bidões - a juntar a instrumentos mais tradicionais. "Os Sétima Legião são uma banda que se identifica com o mar e isso reflecte--se no seu cenário, nós retratamos o quotidiano rural". Vestidos de camisas de linho e calças de pardo (lã de ovelha), "divertimo-nos à grande". Olhando pra eles, ninguém duvida - disso e das intenções de fazer uma tournée em cima de um tractor, ao melhor jeito de Uma História Simples, de David Lynch. O avô de Emílio, que também ali mora, aproxima-se. Quer saber se já vamos embora. Vamos. "Não querem levar ao menos uma cebola?"



Comentário do Núcleo: Eis mais uma reportagem que se coloca como séria candidata ao prémio Excelência no Jornalismo Núcleo Duro.
É bom saber que o legado dos Pão & Circo, banda anti-musical formada por quase todos os elementos do ND, tem herdeiros que o dignifiquem. Viva o rock do matarruano!


quarta-feira, setembro 06, 2006

Pensamentos Para Lelos



O meu filho usa saias e não come ninguém... Será roto ou há a hipótese de ser apenas padre?

Qual é o Filme?



Vê-se o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, a chegar a Telavive em visita de estado. O primeiro-ministro israelita Ehud Olmert vai recebê-lo, mas o brasileiro ignora-o e vai a correr ao hospital visitar Ariel Sharon. Um flashback mostra os dois na sua adolescência em reveladoras cenas romântico-rabéticas. Um corte leva-nos ao hospital da capital de Israel, onde Lula não consegue conter a emoção ao ver o antigo amante ligado às máquinas que o mantêm vivo. "Oh, Árik!", suspira... Qual é o Filme?


terça-feira, setembro 05, 2006

Pensamentos Para Lelos



Para um japonês, qualquer febre é amarela?


segunda-feira, setembro 04, 2006

A nossa Nelly está tão crescida!

Lembram-se da Nelly Furtado? A nossa emigrante canadiana que cantava aquela musiquinha irritante do "I'm liiiiike a biiiiird" e aquela coisa meio xunga do Euro 2004 do "Força"?

Pois a nossa Nelly, que era um anjinho tão bem comportado, soltou a franga. Aparentemente o estilo anterior não estava a funcionar, de maneira que ela foi à máquina de putefização da Christina Aguilera e da Shitney Brears, e os resultados são óbvios:

A nossa Nelly: antes...

...e depois


A música dela também evoluiu. Antes era "I'm liiiiike a biiiiird" e "Força". Agora o que é que ela canta?

Canta coisas chamadas "Promiscuous Girl" e "Maneater".

Isso mesmo: a nossa Nellyzinha cresceu. Antes era um passarinho cheio de força, agora é uma devoradora de homens e uma promíscua.

E ainda há mais. O Núcleo (que aprova vivamente esta transformação) teve acesso às novas gravações da nossa Nelly, e dá aqui em exlusivo a lista das faixas do novo álbum:


1- Slut
2- Dirty Slut
3- Dirty Rotten Whore Slut
4- Dirty Whore Promiscuous Maneating Slut
5- Sex Sex Sex
6- It's raining men
7- Sex Sex Sex Sex Sex
8- I'm like a bird (a bird that likes sex)
9- Força (na verga)

Documento
Amílcar, o Severo



Estive a fazer uma pesquisa por artigos antigos no Google - o motor-de-busca que ficou célebre a plagiar o nosso layout - quando me apareceu um de que já não me lembrava e que muito me fez rir: Papas valem fortuna.

A coisa gira em torno do merchandising do Papa, do negócio que gera e dos malucos que leiloam coisas esquisitas como peitos de frango com a forma da cabeça do Chato Padre. Mas o que me fez rir mais, na verdade, foi um comentário, que aparece lá embaixo, de um leitor que assina Amilcar Rainho e que merece ser aqui reproduzido (e comentado):

"Essa segunda hóstia personifica o corpo de Jesus! Guardá-La como relíquia é demonstrativo da baixa moral desse indíviduo! Querer agora vendê-La é acto criminoso. Por dinheiro vende-se tudo menos Aquele que esteve entre nós para nos salvar. Prisão é o minimo que merece, até provar ter juízo."

Repararam no ele maiúsculo em "guardá-La" e "vendê-La" e que se refere à hóstia? Só faltou chamar-lhe "Sua Beatitude a Hóstia"! E a genial "Prisão é o minimo que merece, até provar ter juízo". Ponho-me a imaginar: se prisão é o mínimo, que outro tratamento mais severo é que ele considera aceitável? O cepo, o garrote, o emparedamento, as gaiolas supensas, a roda para despedaçar, a mesa de evisceramento? Ou porquê não o esmaga-cabeças, a dama-de-ferro, a gaiola de cravos ou a mesa de estiramento? Certamente, também seriam bem aplicados neste caso (uma vez que se trata da Hóstia) as aranhas espanholas, o esmagador de testas, o quebrador de joelhos, a estrapada, a pêra rectal, as garras de gato, o destroçador de seios, o cinturão de Santo Erasmo ou o colar de puas...

Amílcar é um génio, que soube interpretar a palavra de Cristo como ninguém..., além da Inquisição Espanhola, claro.


domingo, setembro 03, 2006

Pensamentos Para Lelos



Por quê as mulheres grávidas passam a vida a reclamar de barriga cheia?


sábado, setembro 02, 2006

Qual é o Filme?



Vê-se o interior de um laboratório científico, cheio de tubos de ensaio com líquidos coloridos, provetas, sistemas Schlenk e coisas dessas. Dois cientistas conversam:

- O que eu te vou mostrar agora é um trabalho de várias gerações de cientistas, que tem sido mantido envolto no maior segredo pelo governo.
- E por quê?
- Meu jovem, estás a ponto de presenciar uma descoberta que pode revolucionar o mundo, o papel do ser humano neste planeta... Sim, a cura para a morte!
- O quê!? Impossível!
- Calma! Neste momento, o que conseguimos foi eliminar os sinais de envelhecimento em seres menos complexos que o homem, mas se tivermos em conta o tempo de vida normal dessas criaturas... tudo leva a crer que estamos no bom caminho. Por exemplo, estes piolhos estão neste estado adulto desde 1950 e tudo leva a crer que vão continuar assim por muito tempo...
- Não posso crer!!! É fenomenal!!!
- Mas o mais incrível que conseguimos foi manter em estado pré-natal há mais de 100 anos a esta lêndea... onde está? ONDE ESTÁ A LÊNDEA CENTENÁRIA!? OH, NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!!... Se isto cai nas mãos erradas, a humanidade corre grande perigo...

Qual é o Filme?


sexta-feira, setembro 01, 2006

Pensamentos Para Lelos



O dinheiro não traz felicidade. Deposite o seu na conta número 0131/192040.010 do Banco Totta



 

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