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NÚCLEO DURO

 

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terça-feira, julho 22, 2003

Há peidos depois da morte



Parece que limparam o sebo a estes dois gajos. O possível destino do Uday e do Qusay faz-me lembrar mais um extrato deste livro fascinante.

Aparentemente, um cadáver pode peidar-se, mesmo vários dias depois de ter morrido (e também pode arrotar). A explicação é simples: quando um ser humano peida, não é exactamente ele que se está a peidar.

Um peido é constituído por triliões de micro-peidos das bactérias que formam a flora instestinal humana; estes minibichos flatulentos é que tratam da nossa digestão. Quando o corpo humano morre, estes triliões de bactérias não morrem logo.

Em vez disso, continuam alegremente o ceu ciclo de comer e peidar. Algumas casas mortuárias (juro que não estou a inventar isto) cosem o ânus dos seus clientes para evitar embaraços no funeral.
( Já agora, têm aqui o tratado definitivo sobre a flatulência humana.)

Moral da história: se estiverem num elevador cheio e a flatulência se soltar, podem dizer: Não fui eu, foram as minhas bactérias. Ou melhor ainda: Não fui eu, foram o Uday e o Qusay.

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